Fico feliz de saber que você pode me receber assim, hospitaleiro, singelo e cúmplice.
Papel (tela) meu amigo(a).
Volto tímido, vergonhoso e culpado também, mas volto. Não poderia te abandonar. O que trago em mim destes vários ciclos não relatados é precioso, na verdade, vital para você, eu sei.
Estive tão leve e entregue ao novo prazer da paixão que me esqueci do meu ofício.
Mas voltei.
Hoje, um breve aperto de mãos, o inclinar da cabeça e um cafezinho. Amanhã, as palavras.
Prazer revê-lo.
Até!
aguardando palavras, paroles e pérolas.
Abraços.
Comentário por luis antonio matias soares — 8 08UTC Janeiro 08UTC 2009 @ 3:49 PM |
… e obrigado pelo comentário no “Paulinho”. Volte sempre.
Comentário por luis antonio matias soares — 8 08UTC Janeiro 08UTC 2009 @ 3:50 PM |
Puxa marcelo foi vergonhoso mesmo seu desmérito de nao-comparecimento .Desde julho do ano passado!!Ja tinha até desistido de entrar aqui na Ozzilandia ,terra que eu entrava sem passaporte ,e era recebida com pao de queijo e café.Decididamente os mineiros nao sao mais os mesmos… desde os tempos da minha avo Julieta!Boa sua volta ,nao suma;escreva!bjs
Comentário por Nine — 18 18UTC Janeiro 18UTC 2009 @ 11:31 PM |